"chinesa do norte-produções"- informações: peresfeio@hotmail.com

*** meus versos:cpf e psm *** meu multiply:pf

Fevereiro 29, 2008


LISBOA - vista3D







intermezzo





meus versos





também no lugar habitual





Fevereiro 28, 2008


HAPPY BIRTHDAY






assinalando o dia especial de uma menina Isabel

de mais de sessenta anos

e

uma feliz caminhada em conjunto

de mais de quarenta



Fevereiro 25, 2008


Jardim – Museu Agrícola Tropical






Estando em Belém, é obrigatória a visita ao jardim tropical. Poderá haver alguma confusão com mais jardins existentes na zona, mas aquele que a seguir refiro é o que actualmente pertence à entidade “Jardim - Museu Agrícola Tropical”, pertença do Instituto de Investigação Cientifica Tropical, neste momento, sob tutela do Ministério da Ciência e do Ensino Superior .

A entrada está no início da Calçada do Galvão, por detrás, e ligeiramente à esquerda, de quem estiver virado para a pastelaria dos Pastéis de Belém.

Tem este Jardim como origem o Regius Hortus Suburbanus, criado por D. João V.

Anteriormente ao Hortus, o interesse por este aprazível local foi criado pelos frades arrábidos, que aqui viveram num hospício e que dotaram as paisagem envolventes de especial beleza pelas plantas que criavam.

Em 1906 é criado o Jardim Tropical, em zona muito afastada deste ponto (Laranjeiras), e só em 1912 passa para este local.

Com uma área de cerca de 5 hectares e com mais de 400 espécies exóticas, dispõe de alguns exemplares raros em Portugal. Uma gigantesca Yucca, a primeira colecção de plantas gordas do País, palmeiras, coqueiros, etc.

A zona dedicada ao oriente é particularmente atraente pelo modo como o jardim está organizado, dispondo de uma dezena de pequenas pontes sobre um improvisado curso de água. Entra-se pelo Portão chinês, que representou Macau na Exposição do Mundo Português em 1940 e, no seu interior, durante o circuito, é prestada homenagem a Luís de Camões com o seu busto, uma placa com versos d’ Os Lusíadas e uma réplica da gruta dos Amores.

É com mágoa que vemos, na parte mais norte do Jardim, o estado de degradação das estufas construídas em 1914. São belas estruturas de aço e vidro, que dispunham de aquecimento por circulação de água.

Um belo lago dá uma ambiência de calma ao local, sem que a presença de patos, cisnes e pavões perturbem um ambiente que produz imagens inesquecíveis. Quem visita este jardim não mais o esquecerá.

















Fevereiro 23, 2008


Sintra renovada







[...]

pegar alforje

é próprio de quem vai partir

com o sentido da descoberta

bem aceso

a passagem do portão da mansão

entrada em verde reino



carlos peres feio, in PSM




Fevereiro 21, 2008


olha tantas... eu!







Fevereiro 20, 2008


"PAR"



carlos peres feio

(acrílico sobre tela - 2008)




Fevereiro 19, 2008


ALMADA








                            O Povo completo será aquele que tiver reunido no seu máximo

                            todas as qualidades e todos os defeitos. Coragem, Portugueses,

                            só vos faltam as qualidades.


                            José de Almada Negreiros,
                                  Ultimatum Futurista às Gerações Portuguesas do Século XX



Fevereiro 18, 2008


aniversário**







Fevereiro 16, 2008


Belém - e agora?






Faço uma pausa na descrição do que vejo nesta bela zona dos jardins de Belém para reflectir sobre o que me diz só por si o nome.

Admito que, para qualquer português, o nome lhe sugira “a Torre” e que, para os lisboetas, seja também, de imediato, um painel mais alargado: Torre de Belém, a esplanada da Vela Latina, Padrão dos Descobrimentos, o Centro Cultural, os Jerónimos e, para remate, a pastelaria. Também se pode considerar património um “Pastel de Belém”, tradicionalmente polvilhado com fino açúcar e canela.

Recomendo vivamente a quem não conheça a zona, ou a conheça de raspão, que tire um ou dois dias para a sua fruição plena, em pura atitude de turista. Obrigatória é a visita ao Jardim-Museu Agrícola Tropical.

Lembro ainda que, colados ao Mosteiro dos Jerónimos, estão os Museus Etnológico e o da Marinha. E mais há nas redondezas.

Nesta crónica só há espaço para umas notas sobre o mais importante monumento d
e Portugal - o Mosteiro dos Jerónimos.

D. Manuel fez construir este Mosteiro, no local onde existiu uma ermida. Esta terá sido fundada pelo Infante D. Henrique, junto à antiga praia do Restelo, e em Setembro de 1460 doou-a à Ordem de Cristo.

Termino, indicando que não foi este Mosteiro construído para comemorar qualquer descoberta marítima – foi uma inicial intenção piedosa de um religioso.

A Índia, essa sim, contribuiu, depois, com a riqueza que brotou da sua exploração, para que seja o mais elevado marco na glória manuelina.
















Fevereiro 11, 2008


"a ideia que já foi brilhante"








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Fevereiro 10, 2008


alfa, minina alfa!




foto de carlos peres feio - 2008





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Fevereiro 09, 2008


Vladimirskaya Theotokos






não interessa se hoje me sinto ortodoxo






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Fevereiro 06, 2008


Em Belém







Ainda na Rua da Junqueira, mas já na Freguesia de Santa Maria de Belém, fica a Biblioteca Municipal.

A parte poente do palacete, que foi do Marquês de Angeja, construído pouco depois do terramoto de 1755, foi desta família até 1910 e de um outro proprietário até ser comprado pela autarquia em 1962.

Em 1965 é adaptado para servir com a função que ainda hoje tem, de Biblioteca.

Curiosamente, também é aí perto o pequeno barracão onde recordo ter visto em actividade, talvez, o último ferrador de cavalos, dentro de Lisboa.

Num instante, chego a Belém, avistando a Praça Afonso de Albuquerque e os seus jardins, onde vejo o escultural monumento ao Vice-Rei, e à direita o Museu dos Coches e o Palácio Real de Belém, agora morada oficial de Presidentes da República.

Este palácio era, no século XVII, dos Condes de Aveiras. Em 1726, D. João V compra-o ao 3º Conde por 200.000 cruzados.

São, de seguida, adquiridas mais quintas anexas, até ao terrenos limítrofes onde foi construído posteriormente o Palácio Real da Ajuda.

D. Maria II viveu no Palácio Real de Belém e foi este edifício também escolhido para residência pelo Príncipe D. Carlos, depois do seu casamento com D. Amélia de Orleães.

Serviu de acolhimento a muitas figuras da realeza, podendo destacar Afonso XIII, Eduardo VII, Guilherme I.

Neste Palácio ocorreram cenas determinantes da nossa história mais recente, como a destituição do Presidente Bernardino Machado em 1917, pela Junta Revolucionária,

O Chefe de Estado que lhe sucede dorme aqui as suas últimas horas, em 1918, antes de ser assassinado na estação do Rossio.

Alegrias e tristezas associadas a edifícios nobres, que perduram através dos séculos.
















Fevereiro 05, 2008


era pré-asae








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Fevereiro 04, 2008


esta Lisboa






que eu amo




Fevereiro 03, 2008


de Mestre






Vítor Paz



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